A busca do óleo essencial da minha essência:
Teoricamente o último post sobre o tema seria o último em definitivo da série 'Diário Aromático'. No entanto foi sugerido pela docente que cada aluno identificasse qual é o seu aroma de tipo, ou seja, qual óleo essencial está intimamente ligado à nossa personalidade, uma energia que se mantém, independente do período da vida que estamos e os processos que estamos enfrentando.
Teoricamente o último post sobre o tema seria o último em definitivo da série 'Diário Aromático'. No entanto foi sugerido pela docente que cada aluno identificasse qual é o seu aroma de tipo, ou seja, qual óleo essencial está intimamente ligado à nossa personalidade, uma energia que se mantém, independente do período da vida que estamos e os processos que estamos enfrentando.
Resgatando todos os saberes, percebi que é quase impossível identificar qual é o meu 'aroma de tipo', pois cada um dos óleos trabalham determinados campos da minha existência. Mas essa foi uma missão dada que deveria ser cumprida, afinal, buscar o aroma que mais nos identificamos é uma jornada para dentro de nós mesmos.
Lembro que entre todos os aromas experimentados em aula, além de Ylang Ylang, um que me chamou grande atenção foi o de Funcho (Foeniculum Vulgare) e me senti intimamente ligada a ele. Os aspectos sutis que ele desenvolve é a comunicação e a capacidade de se expressar plenamente através da fala, a superação da vergonha e timidez, hieginiza a mente e também permite se orgulhar de seus próprios êxitos.
O engraçado é que não é um aroma que lembre qualquer aroma que eu exale tanto naturalmente, quanto por escolha de perfumes. Mas me identifiquei com o simbolismo do óleo e percebi que não é algo que apenas eu identifique: minha ex companheira, quando estava fazendo interagências com a naturologia, escolheu a partir da sugestão da naturóloga um aroma que lembrasse a mim, assim fariam um creme que ela usaria no chakra cardíaco sempre que sentisse saudade. E esses dias, mexendo em cremes reencontrei esse preparado para ela e o aroma era justamente o de Funcho.
O fato é que agora quem usa o creme sou eu e a sensação é tanto de me conectar com essa pessoa que soube tanto de mim e me viu crescer, como me conectar comigo mesma. Se é realmente meu óleo de tipo eu não sei, mas que tem me ensinado sobre a minha própria essência e voz, isso é uma verdade.

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